Crackearam os Beatles!
Um dos maiores mistérios da humanidade finalmente foi resolvido.
Depois de mais de 40 anos, o Prof. Dr. Jason Brown, o simpático matemático da Universidade de Dalhousie, Canadá, que aparece ao lado de sua guitarra na foto acima, conseguir crackear o acorde perdido da introdução de "A Hard Day's Night".
Leia tudo aqui.
*mais uma dica sensacional de Danilo Corci
Ando com pouco tempo pra um monte de coisas, blog incluso.
Queria escrever sobre o Gabeira e a capital do Rio. Lendo a Cora, acho que nem preciso dizer mais.
Abaixo o post dela que diz tudo:
A derrota de Paes
Abrindo mão das próprias convicções (se é que um dia as teve), aliando-se ao que há de mais podre no estado, gastando rios de dinheiro, jogando sujo, usando descaradamente a máquina estadual, federal e universal, beneficiando-se até de um feriado mal intencionado, enfim, com tudo isso, Eduardo Paes só conseguiu ganhar de Gabeira por 50 mil míseros votos.
Como vitória política, já é um resultado extremamente questionável; mas do ponto de vista pessoal, é uma derrota acachapante.
Eduardo Paes levou a prefeitura, sim, mas de contrapeso ficou com uma quadrilha de aliados que não deixa nada a dever àquela que ele acusava o presidente Lula de comandar.
Vai ser prefeito, sim, mas vai ter de arranjar boquinhas para o Crivella, para o Lupi, para o Piciani, para a Clarissa Garotinho, para o Roberto Jefferson, para a Carminha Jerominho, para o Babu, para o Dornelles, para a Jandira... estou esquecendo alguém?
Conquistou um cargo, é verdade, mas conquistou também o desprezo mais profundo de metade do eleitorado.
Em compensação, como carioca, perdeu a chance de viver um momento histórico, em que a prefeitura seria, afinal, ocupada por um homem de bem, com idéias novas e um novo jeito de fazer política; perdeu a chance de ver o Rio de Janeiro sair do limbo a que foi condenado nas últimas décadas, e ganhar projeção pela singularidade da sua administração.
Se Gabeira tivesse sido eleito prefeito, o Rio, que hoje não significa nada em termos políticos, voltaria a ter relevância, até pelo inusitado da coisa. Um prefeito eleito na base do voluntariado, do entusiasmo dos eleitores e da vontade coletiva de virar a mesa seria alguém em quem o país seria obrigado a prestar atenção.
Agora, lá vamos nós para quatro anos de subserviente nulidade, quatro anos em que o recado das urnas será interpretado, pela corja que domina esta infeliz cidade, como um retumbante "Liberou geral!"
Nojo, nojo, nojo.
ps: Marília, grato pelo carinho? Demorei mas vi!!!

Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em
Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se
sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o
problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em
nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar a fome de quem já estava de barriga cheia.
*Uma pequena constatação interessante dos blogs telescÓpica, CoxaCreme, Update or Die, Não Conte para a Mamãe e Blog'n'Roll.
Bloc Party é uma banda de verdade. MESMO, ok?
Não é Britney Spears, não é Madonna (óquei, madonna toca piano, compõe e canta pra caceta: mas é do povo do axé - ama um playback).
Não justifica, mas quase explica (pra mim que sei o que é botar o pé na estrada com uma banda profissional):
A banda chegou a são paulo e teve problemas com a imigração: a mulher de Matt foi proibida de entrar e teve que voltar pra Londres (alguém aqui já passou um perrengue com imigração pra ter uma idéia de tamanho "bode"?). Depois dessa aporrinhação, pegaram CINCO horas de guarulhos até a ponte das bandeiras (ah! todo mudo sabe o que é isso!!!). É...
Esse foi o wellcome Bra$il. Segundo "amigos de amigos", fizeram uma passagem de som (não acredito, nao daria tempo. E, se verdade, teriam tocado à vera).
Ok, we're talking bout rockin'roll. Passou som, toca ao vivo. Caceta (porra!).
Opinião de sapo (frog, mas macaco véio ): já estava tudo combinado (apesar dos spaniards at work). Ficava mais barato, craro. A MTV tá com caixa baixo. Né não?
Não?
Enfim.
(Norteña, plis)
Minha grande frase sobre ele é: um cara com nome francês que se diz mineiro de coração e se acha carioca, mas nasceu mesmo em São Paulo.
Parabéns, Jampa.
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Jean Boechat almoça rapidamente entre um "tô fudido" e outro "manda por email queu olho depois".