John Lennon, Eric Clapton, Keith Richards e Mitch Mitchel.
O Studio Sp mudou pra Augusta e o motivo pra conhecer o lugar foi Mallu Magalhães dentro do projeto MySpace Tour Brasil. Fui ao lugar a trabalho, com um monte de coisa na cabeça. Fila enorme na porta. Hype, né?
Mallumania at first hand. Wow. Lá fui eu. Quase todo mundo que soube que eu ia falou mal da guria (sem vê-la?): fogo de palha, voz pequena, coisa de blogueiro, tal, tal, tal.
Pra mim bateu diferente. Antes disso tinha visto ela tocar apenas em vídeo do youtube (na época do treco com Bob Dylan) e no Multishow. Foi lá que ela ganhou minha simpatia: o prêmio, horroroso por si só, levou ao palco Pitty, NXZero e outros numa performance barulhenta e bostífera. Mallu entrou depois com um violão e tocou renato russo. Zil a zero pra ela.
Ver ao vivo e a cores é melhor. Alguém do patrocinador disse ao meu lado que era o último show dela com 15 anos. Achei sensacional: quem era eu (ou vc que me lê) aos quinze anos? Nem idade pra entrar no Studio SP àquela hora ela tinha!
Achei legal ela administrar esse "hype" todo em volta, subir naquele palco, tocar (bem tocado) banjo e violão elétrico (sem olhar pras mãos), uma gaitinha honesta e cantar o melhor que podia. Ela pode até não estar pronta ainda, mas aponta um futuro melhor que os CPMs podem trazer para a cena vindoura.
Qdo os Beatles acabaram, George Harrison tinha 26 anos. Se tudo correr direitinho, Mallu aos 26 pode ser uma experiência bastante peculiar. Lez see.
Num longinquo 1992, acordei com os porteiros do prédio que eu morava fazendo um barulhão tentando matar um filhotinho de gato com um cabo de vassoura. Eles riam. Afinal é um gato, né?
Desci, dei esporro e peguei aquela coisinha que tremia e levei pra casa. Era uma femeazinha. Entrou e deu uma cagada mole fenomenal no carpete da sala.
Semana passada eu a vi pela última vez. Ela morava com Caio, Ana e a Syl no Brooklin. Ela estava velhinha, eu sei. Mas ouviu minha voz e, tremula como naquela primeira vez que a vi, veio me lamber. Filmei nem sei por quê.
Caio entrou no msn agora e me contou que ela se foi.
Bye, dear Bizuca.
Não li em lugar nenhum mas cheguei a tal conclusão arroz com feijão:
Na America do Sul o Brasil ficou em 1º lugar disparado
1º Brasil
2º Argentina
3º Colômbia
4º Chile
5º Equador
6º Venezuela
No continente americano, 4º lugar
1º Estados Unidos
2º Jamaica
3º Canadá
4º Brasil
5º Argentina
6º México
7º Panamá
8º Trinidad e Tobago
9º Colômbia
10º Chile
11º Equador
12º Venezuela
Se fosse um país europeu terminaria entre os 15 primeiros:
1º Reino Unido
2º Alemanha
3º Itália
4º França
5º Ucrânia
6º Holanda
7º Espanha
8º Belarus
9º Romênia
10º Polônia
11º Hungria
12º Noruega
13º Brasil
Comparando com o continente asiático, beliscaria o 5º lugar
1º China
2º Rússia
3º Coréia do Sul
4º Japão
5º Brasil
Se Africano, seria bronze (epa) no continente:
1º Quênia
2º Etiópia
3º Brasil
A Oceania é quase um mundo separado (e forrado de medalhas). Lá seríamos vice.
1º Austrália
2º Brasil
3º Nova Zelândia
O resultado geral e final nos deixou em 22º, na frente de 186 países. Desse total somente 87 ganharam alguma medalha; o restante (119 países) voltou chupando dedo.
Mas fica essa conversinha de derrota nos botecos.
Sabendo o que foi investido pelas confederações, do apoio quase zero da iniciativa privada, com a quantidade enorme de 'paitrocínios' e auto-flagelo dos atletas que chegaram lá a trancos e barrancos, acho que tá muito bom o resultado final.
Ou não?
Nada de muito interessante por aí hoje:
Laurence Fishburne entra pro CSI las vegas no Lugar de William Petersen...
...e os companheiros de banda pedem pra Bono emagrecer para os shows da turnê do novo álbum do U2 (sai provavelmente em janeiro).
Hoje mal lembro do que a imprensa mundial fez durante o final de semana pra me deixar mais preocupado, entediado e chateado com o mundo. Não tenho mais idade pra levar a sério - por segundos - a tonelada de bobagens despejadas por aí. Não mesmo.
Portanto hoje não fará a menor diferença o que escreverão nos portais, nem o que dirão as matérias da TV.
Eu me lembro apenas de algumas conversas com amigos, do céu parecido com o de Porto Alegre que São Paulo mostrou, de whisky com garrafinhas de amendoas e da mão quentinha da minha filha.
Tirando as impressões-polaróides, ficou também o que já estava comigo na sexta: a necessidade de manutenção do entusiasmo nas coisas. E é só que importa, sempre. Aprende, Enio.
Hoje é primeira-feira. Boa semana a todos.
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Madonna é como um sorvete colorido. Assim como o verão, passará.
(Caetano Veloso numa antiga revista Bizz)
Bravatas, bravatas, bravatas...
Esse garoto vale ouro

O nadador César Cielo não conseguiu acordar neste domingo chinês para estar ao vivo no Jornal Nacional da noite de sábado (lembrem que o relógio em Pequim está 11 horas na frente do Brasil). Depois da maratona de seletivas, finais e entrevistas nos últimos dias, o garoto dourado de Santa Bárbara d´Oeste deu balão na vitrine que a Rede Globo montou para ele. A produção do canal ficou ainda mais raivosa porque Cielo também desmarcou a ida à Grande Muralha para uma sessão de imagens no cartão postal do país.
Depois escrevo direito aqui (foi bem bonito).
"Há uma discussão muito pontual. A Pontualidade faz parte, não tenha dúvida. Você não pode esquecer. É pontual. Brinquei da crise aérea. Houve uma crise aérea? Houve.A vida inteira? Não. Todo o tempo que o Brasil teve transporte aéreo houve crise? Não. Mas houve uma? Houve. A discussão é pontual? É...mas não é: porque é estrutural."
Cléber Machado (de Assis?)
Dúvidas, aqui.
1 - O irmão do cara do Phantom Planet que é o líder do Rooney é também Solobob. Clique na foto acima e ouça, o cara vem ao Brasil ano que vem (essa info é inédita, não há em lugar algum da web por enquanto).
2 - Poderia escrever coisas relacionadas ao vídeo abaixo, mas dizem que o peixe morre pela boca. Mais pra frente eu conto.
Coxinhas, cervejas, cachaças, guitarras, samplers.
Terça insana? nah...
A Natalia é uma figura que TEM QUE sair da zona fantasma pop. Muito, muito boa. Nédehoje que acho isso. Espalhem, plis.
Antes, donos de cachorros aqui em São Paulo deixavam eles cagarem pelo bairro todo: na beirada, no meio, no canto da calçada. Não pisar na merda era dificílimo.
Aí melhorou um pouquinho. Os donos comecaram a recolher a coisa toda.
Agora surge um novo cenário: o bairro cheio de saquinhos recheados de cocô.
Evolução é isso, merdinha ensacada. Ando agora desviando de saquinhos já esmagados, cheinhos de bosta.: os donos recolhem, ensacam e...largam por aí. Comentei com um garagista da rua, ele disse que é isso mesmo: ou deixam na calçada, num cantinho qdo ninguém tá olhando ou jogam na grama dos condomínios.
O Itaim está forradim. O ser humano é tão humano, néam? Uma das máximas de Boeachat virou 'tendência' em sampa: vastíssima extensão de merda. Mais uma.
Desde pequeno, médio e grande gosto de trovão. Gosto quando ele cai longe e demora um tempo pra ouvir o barulho. Brrrrrmmmmmm...
Gosto mais qdo vai chegando perto. E mais perto (o vento levando e levantando o cheiro das coisas, cheiro de chuva como chamam, chegando). O raio já cai tão perto que dá aquele estalo, meio chicote. E o estrondo.
Depois chuva.
Quem - além da Glória Maria - não gosta de fotos de palco? Hum. Sei lá. Abaixo, fotos clicadas entre julho e nessa primeira quinzena de agosto pelo mundo:
1 - Sting barbudo e Andy Summers em Madrid
2 - Robert Smith no Radio City em NY (Hamburgueres mil, exigencia de camarim)
3 - B-52's rock'n'roaming
4 - Debby still nhammy Harry
5 - Tom Petty no MSG
6 - Aimee always-na-dela Mann em LA.
7 - Wayney Coyney do Flaming Lips num show bagunça em Miami
8 - Eddie e David vanhaleniando em Connecticut
9 - The Mars Volta e seu progressive-jazz-rock (de volta?)
10 - Richie Ash coloca o Verve na ativa no Glastonbury (anunciou a volta oficial ontem)
12 - Ed Macfarlane do Does it Offend You, Yeah? também na GB
11 - Grace Potter a la Mitchel no Alabama
13 - Leonard mestre Cohen, também Glastonbury
14 - Coldplay e sua turnê sold out no MSG
15 - Michael Stipe em Atlanta
16 - Los Lonely Boys (não anotei onde...)
Fui e vi um show honestíssimo com uma banda que toca de verdade. Ok, tocaram clicados com algumas bases pré-gravadas e tal. Mas tocaram muito em cima da cama feita, boa iluminação e um cenário enxuto que funciona.
O mais legal é que eles realmente gostam da função, sabem que palco não é lugar pra brincar de ser rockeiro olhando pro cordão do sapato (como fez a travada banda - Vini Rosa? - que abriu a noite).
"Supermassive Blackhole" deixou o HSBC inteiro descontrolado.
Minhas fotos ficaram uma porcaria, fica aqui uma que achei no UOL.