Pesquisa científica desenvolvida em Hollywood afirma que Jennifer Aniston é dona das mais belas pernas do showbizz.
Cientistas desenvolveram uma fórmula matemática, multiplicando a proporção e firmeza das coxas pela textura da pele. As formas da atriz resultou na nota mais alta. Aric Sigman, responsável pelo projeto, diz que as proporções das pernas da atriz são irretocáveis, perfeitas:
“Para homens, o ideal são pernas bem trabalhadas, grossas e macias, com um brilho ligeiramente molhado".
Craro.
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zélia e sérgio nesse final de semana, nyc
Não sei se eu estou pirando
Ou se as coisas estão melhorando
Não sei se eu vou ter algum dinheiro
Ou se eu só vou cantar no chuveiro
Estou no colo da mãe natureza
Ela toma conta da minha cabeça
É que eu sei que não adianta mesmo a gente chorar
A mamãe não dá sobremesa
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Dica da Bel.
Quem me conhece soube que tive uma semana complicada. Me chateei muito. Mas no meio da confusão toda houve um momento feliz: entrevistei Ana Maria Bahiana por conta do lançamento do Almanaque dos Anos 70. Esse encontro me encheu de felicidade e orgulho. Pensei em colocar um texto dela ontem, dia do rock. Mas eu ando ocupado demais. Coloco hoje um outro antigo (publicado originalmente na seção "Rio Fanzine" de O Globo), onde ela conta sobre a lendária Rolling Stone brasileira:
Ficava no segundo andar de um sobrado cor-de-rosa na esquina de Visconde de Caravelas com Conde de Irajá. Das janelas da redação, via-se o Corcovado e tudo parava no final da tarde para um sorvete e outras guloseimas menos legais. O chão era de tábuas corridas e rangia. O banheiro tinha um pequeno nicho a São Jorge, Iemanjá, Buda e Shiva. Num extremo do sobrado, ficava o santo dos santos: o escritório dos donos, um inglês e um americano muito festeiros.
Só os chefes – Luís Carlos Maciel, editor, Lapi, diretor gráfico – tinham acesso a ele. Fui lá uma vez: assinaram minha carteira de trabalho estalando de nova, a primeira anotação da minha vida.
No outro extremo, ficava a redação. A primeira sala era de Lapi. Parte do meu trabalho era manter Lapi feliz e sossegado, o que nem sempre era fácil considerando a noção vaga de "tempo", "prazo" e "pauta" que reinava na outra sala, um cômodo de janelas enormes, eternamente fechadas.
Este era o império de Ezequiel Neves, que às vezes respondia por Zeca Jagger e era, na verdade, o coração, a força motriz e o verdadeiro Shiva dançante de todo o sobrado. Zeca tinha uma juba encaracolada, um perpétuo bronzeado e uma lampadinha no pescoço. Várias vezes ao dia eu era chamada aos berros de "garotiiiiiiiiinhaaaaaaaaaa" ou "Aniiiiiinhaaaaaaa". Em geral, o que me aguardava era uma aula prática de jornalismo rock.
A crueldade que Zeca reservava aos grandes era comparável apenas à ternura que ele guardava para os pequenos. Nenhuma banda local era obscura demais, nenhum guitarrista principiante demais para merecer sua mais devotada atenção.
Seus acólitos nesse oficio eram Okky de Souza, com cachinhos de querubim barroco; o repórter volante Drope, sempre com um relato detalhado dos últimos acontecimentos; e o eternamente on the road Joel Macedo.
Se Zeca era a pilha, Maciel era o córtex cerebral do sobrado, pairando com uma calma zen sobre o festivo caos mal controlado que flutuava sobre as tábuas rangentes. Nenhuma crise – A polícia vai dar batida! A edição foi recolhida pela censura! Acabou o contrato com Jan Wenner! – era suficiente para abalar o Maciel.
Fora isso, Maciel sorria, tentava discutir com Zeca (impossível) e me ensinava o que eu pedia para aprender. Minhas tarefas consistiam inicialmente em marcar as laudas de matéria para a gráfica, recolher o material de ilustração, manter Lapi feliz e responder às cartas dos leitores, o que era quase uma psicanálise.
Como eu sabia muito bem, os leitores se julgavam donos da revista, sócios, conspiradores. E eram. Dois escreviam quase toda semana: uns tais Jamari França e José Emílio Rondeau. Eu reclamava com Maciel: esses caras estão monopolizando as cartas!
Durou um ano, exatamente: o ano de 1972. O último disco que recebemos foi Acabou Chorare, dos Novos Baianos. Lembro dos janelões finalmente abertos, um poente lindo de começo de verão entrando por cima das copas das amendoeiras, o disco rodando na vitrola do Zeca. Todo mundo ouvindo os Novos Baianos dizerem que tudo ia ficar lindo, a gente sabendo que a revista estava condenada e Zeca dizendo: "Mas garotinhos, vai ser um verão demais!".
Durou um ano exato.
Foi mais que o primeiro ano do resto da minha vida. Foi o primeiro ano completamente feliz da minha vida.
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PS: Valeu, Rodrigo.
Bill Haley & The Comets
Rock'n'Roll HighSchool
Para outras coisas existe Mastercard...

"O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim:
Esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa,
Sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem."
(Guimarães Rosa)

The lunatic is on the grass
The lunatic is on the grass
Remembering games and daisy chains and laughs
Got to keep the loonies on the path
The lunatic is in the hall
The lunatics are in my hall
The paper holds their folded faces to the floor
And every day the paper boy brings more
And if the dam breaks open many years too soon
And if there is no room upon the hill
And if your head explodes with dark forbodings too
I'll see you on the dark side of the moon
The lunatic is in my head
The lunatic is in my head
You raise the blade, you make the change
You re-arrange me 'till I'm sane
You lock the door
And throw away the key
There's someone in my head but it's not me.
And if the cloud bursts, thunder in your ear
You shout and no one seems to hear
And if the band you're in starts playing different tunes
I'll see you on the dark side of the moon
"I can't think of anything to say except...
I think it's marvellous! HaHaHa!"
Li no blog do Juca Kfouri agorinha:
Dida - Muito bem, sem culpa no gol. 7
Cafu - Não dá mais. 4
Lúcio - Quase impecável. 8
Juan - O melhor. 9
Roberto Carlos - Patético. 3
Gilberto Silva - Levou um baile, coitado. 4
Zé Roberto - Dessa vez foi mal. 4
Juninho - Uma frustraçaõ. 4
Ronaldinho - Jogou? 3
Ronaldo - Só vontade. 4
Kaká - Deu um branco. 4
Adriano - Foi brincadeira. 3
Cicinho - Entrou tarde. 5
Robinho - Puro desespero. Sem nota
Parreira - pela escalação, 10. Por tudo, zero.
Concordo com quase tudo. O furo do Juca fica só na nota pela escalação. Aqueles laterais, afe...
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