É o nome do filme libanês, tremendo blockbuster. Sucesso de bilheteria. Segundo blog do Sérgio D'avilla, Bosta é adaptação fonética para Bus Stop. A trilha sonora é eletrônica num inédito mix com o folclore libanês, o electro-dabkeh.
Se o filme é bom ou uma merda ninguém diz. Em cartaz no Irã, por exemplo. Se Leon Cakof trouxer o musical pra mostra em 2006, vc paulista saberá qual é a da Bosta.

Clicando na foto do cartaz vc cai no site oficial.
He smelled like marijuana residue, seemed so friendly it bordered on flakiness, and like a pushover dad allowed his seven-year-old kid James to crawl all over his back.
"You wanna take some photos?" he asked. We started snapping before the question entirely left his lips.

Paul McCartney: Chaos & Creation at Abbey Road
Belo programa pra fechar o feriado de Páscoa. Tá passando na HBO.
Vamos ver se sai em DVD, porque pra baixar nas "vias alternativas", eu já vi.
Dando uma sapeada no Boing Boing hoje:
Bunda!
Fórmula do amor, do sucesso, da juventude e agora...a fórmula da bunda perfeita!
Seríssimo. David Holmes, professor inglês (craro!) da Universidade Metropolitana de Manchester trouxe a público a fórmula da bunda perfeita. Levou em consideração formato, curvatura, firmeza e proporcionalidade.
Eis a fórmula da bomba anatômica:
(S+C) x (B+F)/T = V
S representa o formato da buzanfa; C representa o quão redondas são as duas bandas da bunda; B mede o 'balanço' do traseiro; F é a consistência do material. V trata do molejo do quadril e T cuida da textura da pele e presença ou não de celulite.
Matéria no Sunday Times...
Black Japas!
Uma incrível banda de soul e R&B japonesa. O detalhe é que os caras pintam a cara para...bem, vejam vocês mesmos: link pra ver um videozinho no YouTube.
UPDATE: já que tiraram o video do YouTube, fica aqui o link oficial da banda.
Pois é, nunca. Esqueça tudo que você já leu e lê por aí. A verdade é essa: eles nunca acabaram. Embora Lennon tenha decretado a falência do sonho, a banda nunca acabou.
Se acabou me digam quando.
O dia considerado oficialmente como o fim dos Beatles é 10 de abril. Um amigo perguntou se eu não ia colocar um post aqui falando da efeméride. Eu disse que não, que não escreveria sobre uma mentira.
No dia 10 de abril de 1970 Paul McCartney, numa jogada de marketing, distribuiu um kit de seu primeiro album solo - McCartney - para a imprensa com uma 'entrevista' encartada, onde ele supostamente teria anunciado o fim dos Beatles
Peter Brown - Esse album é o início de uma carreira solo ou é pra dar um tempo com os Beatles?
Paul - O tempo dirá. Sendo um album solo quer dizer o um novo começo. E não ser feito com os Beatles quer dizer que tô dando um tempo.
(hã?)
Ora, quantas vezes você ouviu as garotas dizerem que é feio terminar o namoro por uma carta?
Imagina acabar com um casamento pop como esse...
Dizem que John ficou puto porque foi ele quem saiu primeiro, não Paul. E que só não disse nada porque Alein Klein, o empresário malandrão, pediu. Ora, John não disse porque não queria que a banda acabasse.
Pra mim, a maior prova de que os caras queriam tudo menos o fim foi o album Abbey Road: depois do desgaste do album branco e das trapalhadas com Let it Be, das falcatruas de Alan Klein na Apple, de Yoko Ono (sim, ela pertubou demais a coisa toda), os quatro camaradas entraram em estúdio e gravaram com tremendo capricho aquela obra prima.
Tudo bem, são gênios. Mas sem tesão não sairia nada. Nadinha. E esse tesão enrustido é a maior prova que eles nunca acabaram.
Quem ouvir atentamente as entrevistas depois da suposta separação entende o que quero dizer. Há uma com Lennon, logo que ele raspou a cabeça em 70, onde diz claramente que não há um final e que se eles sentirem vontade, voltariam, nada era definitivo.
Num programa de TV, cutucado sobre o fim de sua amizade com Paul, John tentou ser irônico e se traiu: falou, falou e finalizou dizendo que "hoje faço arte com Yoko. Mas não posso odiar meu melhor amigo". O apresentador sacou e emendou: "Paul é seu melhor amigo???"
Ele desconversou.
George, que pra mim é o mais desencanado com a história toda, ama aquela banda e aquele time. No Anthology ele escancara - com seu habitual 'olhar por fora' - o quanto aquilo estava nele.
E Ringo, ora bolas, era a liga divertida de tudo.
The Beatles não acabaram. Nunca. Nós não deixamos, eles não conseguiram.
Vendem milhões, são campeões de páginas na web, o assunto não acaba (olha eu aqui ouvindo Sexy Sadie de novo como se fosse a primeira vez...).
E dia 19 de abril, próxima quarta, a Just Beatles toca no Charles Edward em Sampa. Apareçam pra gente conversar sobre...
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Copo de toddy, TV Tupi, lembro bem.
(thanx, Fer)

Jairnei Capanelli. Pescado na Rosana.
Deu no UOL agorinha:
Viva a sociologia...
Victoria Abril lança CD de Bossa Nova chamado "Putcheros do Brasil".
O que é Putchero?
EPIFANIA:
Acepções
substantivo feminino
1 Rubrica: religião.
festa cristã que comemora o batismo de Cristo e, secundariamente, as bodas de Caná, embora, desde o sV, a Igreja ocidental comemore, nesta data, o aparecimento dos Magos como ocasião da primeira manifestação de Cristo aos gentios (12º Dia)
2 aparecimento ou manifestação reveladora de Deus ou de uma divindade
Ex.: [a e. de Jesus na Transfiguração] [os ventos, raios e tempestades são a e. do orixá Iansã]
2.1 encarnação de Deus ou de uma deidade sob uma forma terrena
Ex.: [a e. de Deus em Cristo] [o coelho e o porco eram e. de deusas na Grécia]
3 manifestação ou percepção da natureza ou do significado essencial de uma coisa
3.1 apreensão intuitiva da realidade por meio de algo ger. simples e inesperado [como um lugar-comum ou uma pessoa vulgar]
Ex.: no percurso do seu trabalho, Joyce foi das coisas à sua e.
3.2 a representação literária de uma epifania
3.3 trabalho, ou parte dele, simbolicamente revelador
Rodrigo - aquele mesmo, sócio desse blog - me chama para assistir a estréia de "Plantão de Notícias - O Humor no Jornalismo", no Teatro das Artes do Shopping Eldorado, Sampa.
Estrelado pelos radialistas Maurício Menezes, Bruno Menezes (filho de Maurício), Hélio Jr, França Jr (nem filho, nem parente de Hélio...) e pelos atores Márcio Fagundes e Pedro Manso, o espetáculo chega em São Paulo com baita fama conquistada no Rio. Lá deu tão certo que migrou para a TV.
Com muito mais alto que baixos, ri pacas. Maurício leva a plateia onde quer com sua verve tijucana, mostrando as gafes malucas que o povo de rádio, tv e jornais comete por aí. Peguei no site deles o recorte do jornal abaixo:
Depois da estréia, mortos de fome, fomos atrás de qualquer coisa pra comer. Dentre as zilhões de opções que a cidade oferece, Rodrigo resolveu parar numa pizzaria da Rua Amaury. Ao entrar, o lugar estava infestado de ursos (não tive nada com a escolha, estava no celular falando com Miss Succi).
Sério. Os bichos estavam nas paredes, no balcão, nos sofás, no caixa, na entrada, nas mesas. Aliás, em média havia 5 ursos por mesa. Não entendi. Acabamos de sentar no meio daqueles bichos todos e passa um cara falando alto do nosso lado: "eu quero sentar naquela ali, do lado do ursão".
Era Sérgio Mallandro. Deve ter sido pegadinha.
Será?