
It's easier to tell a lie than it is to tell the truth
Mais fácil enrolar que dizer qual é
It's easier to kill a fly than it is to turn it loose
mais fácil mostrar o pau que matar a cobra
It's easier to criticize somebody else
Mais fácil criticar o zé
Than to see yourself
que se achar mané
It's easier to give a sigh and be like all the rest
mais fácil ficar na miúda e ser maria-vai-com-as-outras
Who stand around and crucify you while you do your best
Ficam secando enquanto vc dá o sangue
It's easier to see the books upon the shelf
Mais fácil ver os livros de bobeira na estante
Than to see yourself
que olhar pra si mesmo
It's easier to hurt someone and make them cry
Fácil machucar os outros e provocar dor
Than it is to dry their eyes
Que consolar
I got tired of fooling around with other people's lies
Tô de saco cheio de rebolar por conta do rolo dos outros
Rather i'd find someone that's true
Preferia mil vezes achar alguém pra botar fé
It's easier to say you won't than it is to feel you can
Mais fácil dizer que não tá a fim que sentir que tá podendo
It's easier to drag your feet than it is to be a man
Mais fácil empacar que ser homem de verdade
It's easier to look at someone elses's wealth
Mais fácil olhar o ponto fraco de beltrano
Than to see yourself
Que olhar pra si mesmo, mano.
Bom, escrevi aqui (e no Radio Agência também) algumas vezes sobre esse show em 2004. E espero escrever bem mais em 2005, por conta da turnê nacional que vai pra estrada.
Vamos o rodar o Brasil, sim. Estamos com Goiânia, Manaus, Bahia e Brasília na agenda pro comecinho do ano. Estou insistindo no Paraná (várias cidades) em março. E conto sim com a ajuda dos amigos pra ir cada vez mais longe com esse show tão bacana. Vamos lá!
Encerramos o ano com um show em Rio Branco, Acre, ontem de noite. Como sempre, tudo certo, com bom humor e risadas o tempo todo.
MANHÃ

Na coletiva, ontem pela manhã, todos os jornais e TVs de Rio Branco no hotel pra conversar com Leo, Evandro, Leoni e Ritchie. Algumas histórias bacanas que saíram: Sérgio Dias ajudando Evandro a "sujar" um violão Ovation com pasta de dente em 80 (pra passar como usado na alfândega), Herbert Vianna usando transfix com Leo Jaime numa gianinni que voltaria como Fender; histórias da estrada e tal e tal.
TARDE


Uma terra muito, muito quente. Passagem de som depois do almoço. Qual a temperatura? Nem o termômetro quis me contar. Nas fotos, Ritchie, Billy e banda fritando notas e cerebelos...
NOITE


Antes do show, meninas de uma banda do Acre que se apresentariam depois de nós, as "TPMs", tietando o inglês mais gente boa dos trópicos. E mais uma TV querendo saber do 'abajur cor de carne'.
BACKSTAGE 1

Marcelo Reis (da produção, grande cara!), as sócias Luciana e Ana (as duas arquitetaram esse show no Acre ir-re-pre-en-sí-vel-men-te), Jorge Viana, o jovem e inteligente Governador do Acre e Leoni no backstage um pouquinho antes do começo do show. Ainda vou falar muito de Luciana e Ana em 2005. As duas são sócias numa empresa com um novo modelo de negócio, a "Outro Futuro", com projetos pra lá de bacanas.

Ana Anjos, ao lado de Joaquim Tashka, da tribo Yawanawa. Tashka é cineasta, fluente em inglês (Joaquim Phoenix bancou um filme com eles da tribo, será lançado agora) está por trás de toda a organização da tribo Yawanawa. Esses indios tem em sua reserva todas as nascentes e mananciais dos rios do Acre, eles cuidam disso admiravelmente.
SHOWTIME!

Ana e o pequeno Troy, de seis meses. Gente, que bebê pop: foi conosco pro Acre, frequentou reuniões, esteve o tempo todo na ativa totalmente low profile. Nessa foto, no colo da mãe, ele confere a apresentação do Leoni. Entre um show e outro ele dava uma pequena bocejada como quem dizia "e aê, tem mais?"


Flagrantes do show: já ao final, Ritchie, Leo, Leoni e Evandro se divertem pacas no bis cantando Legião e Barão. Whatever.
BACKSTAGE 2

Ritchie compôs uma música no seu álbum "Sexto Sentido", em parceria com Billy Forghierichamada "No Man's Land". Uma música que falava de Chico Mendes. No camarim depois do show pedi pro Txai Macedo posar para uma foto com Ritchie e Billy: Txaiera um amigão de Chico Mendes. Conviveu com índios toda sua vida e a consciência da situação em que viviam fez com ele se tornasse sertanista, um diplomata dos primeiros contatos com populações indígenas isoladas.Foi um dos fundadores da primeira Reserva Extrativista do mundo, que se tornaria modelo para muitas outras. Ele é um defensor da floresta e dos "povos da floresta". Por isso entregou para Paul McCartney, no lendário show do Maracanã, um prêmio-homenagem desses povos. Paul havia composto "How Many People?", dedicada à memória de Chico Mendes, no álbum "Flowers in the Dirt", gravado naquele ano.
GET BACK!

No taxi, já em Sampa hoje de manhã, eu e Leo. Tudo certo, vamos pra outra. Quem quiser a gente em sua cidade, me dê um toque: será um prazer!
_Leo, gostei de "Mensagem de Amor". A introdução da música ficou maior. Ficou bom mesmo.
_Porra, Enio. Era uma "lacraia" na caixa da bateria do Mac. Ele tava tentando fazer ela sair de lá. E agente enrolando na introdução. Hahaha. Ficou bom, é?
DJ BC toca seus remixes piratas na K-Rock 93.3, sexta de noite em Nova Iorque. Dj's da Mash Ave (que banca os sets na rádio e no clube), misturam Method Man com Paul Simon, Joan Jett com Biggie Smalls, God com Steely Dan, Roots com Radiohead, Snoop Dogg com Flaming Lips, Eminem com The Cars e por aí vai.

Clique pra achar e ouvir na buena.
Aproveite, pouca gente sabe ainda desse novo filé-filão (olhe o counter da página).
Foram cinco shows somente esse ano no Morro da Urca. Quatro abertos ao público (lotados) e esse nesta quinta recente para a Petrobrás. Reproduzo aqui para vocês, um papo rápido que travei com uma moça do marketing de lá, meia hora antes do show. Isso dá uma idéia de como esse show foi bacana. Conversa pontuada de expressões do marketês, hiper-tecnocrata, cheia de explicações por parte dela de como a coisa toda foi pensada para atingir objetivos e bla-bla-bla...
Depois do show, a mesma moça aparece na minha fente: toda suada, extasiada, amalucada e falando português. "Caramba! Vocês são tudo de bom!!! Nunca pensei em ver um show tão lindo, tão chocante!!!.
Ah, é?
É sim. Ritchie, Leoni, Evandro Mesquita, Kid Vinil e Leo Jaime são realmente um caso sério. Uma importante parte da história do Rock Brasil que é afirmada toda vez que esses camardas sobem no palco. Uma garota da platéia berrava a plenos pulmões "É pau dentro o tempo todo! U-ru!"
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
clique nas fotos para ver ampliado
E é isso mesmo. Comentei com a Bellinha (Isabella Oliveira, impressionante no fazer e no sorrir) que às vezes dá tudo certo no show e mesmo assim não é tão bom. Na quinta deu quase tudo certo. E como disse Billy Forghieri "até as cagadas foram maravilhosas". Tudo foi bom, muito bom. A atmosfera era única. Todo mundo rindo e mandando ver com o coração. Não houve cara feia, não houve nada que reclamar.
Para aquela moça do marquetês eu tinha dito que esse show é um sucesso porque os artistas são amigos e realmente gostam uns dos outros. Bingo.
O formato é simples: cada um sobe e canta quatro hits acompanhados pela mesma banda. Nesta quinta foi um pouco diferente: Leo Jaime tocou dez canções na abertura e chamou Kid Vinil, que além de cantar seus sucessos, foi mestre de cerimônias introduzindo os outros artistas. Pela ordem (além de Leo Jaime e Kid), Leoni, Ritchie e Evandro Mesquita.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
clique nas fotos para ver ampliado
Depois do Evandro, Leo jaime voltou e tocou mais quantas? Seis, sete? Impressionante o Leo (destroçou a paleta e luxou a mão). Cada dia admiro mais esse cara. Lá pelas tantas chamou todo mundo pro palco e os 5 juntos mandaram Paralamas, Barão e outras. Três horas e lá vai fumaça do melhor rock'n'roll tupi pelos seus legítimos mandatários.
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
clique nas fotos para ver ampliado
Que se faça justiça: Mingau no baixo, Marcos Kleine na guitarra e Mario Fabre na batera foram uma coisa impressionante. praticamente no palco desde 15 hs (passagem som/ensaio) até meia noite e meia.
Leo Jaime (incansável e perfeito), Kid Vinil (carismático e profiça), Leoni (um baita músico, bom demais de palco), Ritchie (dispensa comentários esse cara!) e Evandro (sabe tudo) fizeram de tudo naquela noite.
Dia 28 estaremos de novo em Rio Branco, Acre.
Ktenas: valeu mesmo!
Issaí.

B'n'R CB faz show acústico no Amaury Jr
Na madrugada de hoje 17/12, (ou seria amanhã?), à partir de meia-noite, não percam uma rara aparição do Blog'n'Roll Club Band tocando ao vivo no programa Passatempo do Amaury Jr.
Os canapés estavam deliciosos, my dear.
E mais livros são lançados por m
Já rolou lançamento espetacular no Rio, com sucesso de público e crítica.
Chegou a vez de Sampa:
![]()
Marina W estará autografando o seu Caderno de Cinema e convida todos os amigos paulistanos.
A semana blogpop está fervendo, rapaziada! Não sei nem como eu vou fazer.
Só fazendo post casadinho!
Ainda não sei se estarei presente em carne-e-osso, mas farei um esforço pra encontrar dona Marina! Eu mereço meu exemplar! =^)
Um convite aos amigos: terça-feira agora, dia 14, a partir das 18:30 hs, na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, a amiga dos blog'n'rollers Daniela Abade lança seu segundo livro.

"Crônicos" é o nome do novo rebento. Eu estarei lá pra dar um abraço na Dani e pegar o meu autógrafo, sim.
Apareçam, a Daniela é uma escritora bacana, esse livro deve superar o primeiro (que eu adorei) e é uma oportunidade pra bater um papo e ver gente que não tem preguiça de pensar circulando por lá.
Aquele chope vai rolar depois, né Inagaki ?
O inimitável Ruy Goiaba coloca um post no Pura Goiaba sugerindo as três piores músicas de todos os tempos. Eu fiquei encantado com uma delas: Cauby Peixoto cantando Marina.
Maravilha.

Nobody Told Me (Lennon)
Everybody's talking and no one says a word
Tá todo mundo falando e ninguém diz porra nenhuma
Everybody's making love and no one really cares
Todo mundo trepando e todo mundo se lixando
There's nazis in the bathroom just below the stairs.
Tem nazistas no banheiro bem debaixo da escada
Always something happening and nothing going on
Sempre acontecendo alguma coisa e não rola nada
There's always something happening cooking and nothing in the pot
Tem sempre algo cozinhando e nada pra 'enrolar'
They're starving back in China so finish what you got.
Estão famintos na China então acabe o que você tem
Nobody told me there'd be days like these
Ninguém me falou que haveriam dias como esses
Strange days indeed
Dias estranhos, realmente
strange days indeed.
Everybody's runnin' and no one makes a move
Todo mundo tá correndo e ninguém se mexe
Everyone's a winner and no one seems to lose.
Todo mundo é um vencedor e ninguém parece ter prejú
There's a little yellow idol to the north of Katmandu.
Tem um ídolo amarelinho ao norte de Katmandu
Everybody's flying and no one leaves the ground
Todo mundo voando e ninguém sai do chão
Everybody's crying and no one makes a sound.
Todo mundo berrando e ninguém dá um pio
There's a place for us in movies you just gotta stay around.
Tem lugar pra gente nos filmes, é só ficar de butuca aê.
Nobody told me there'd be days like these
Ninguém me falou que haveriam dias como esses
Strange days indeed
Dias estranhos, realmente
strange days indeed.
most peculiar, Mama.
Bem peculiares, Mama.
Everybody's smoking and no one's getting high
Todo mundo fumando e ninguém ficando doidão
Everybody's flying and never touch the sky
Todo mundo voando e nunca tocando o céu
There's Ufo's over New York and I ain't too surprised.
Tem discos voadores sobre Nova York e eu nem tô surpreso
Nobody told me there'd be days like these
Ninguém me falou que haveriam dias como esses
Strange days indeed
Dias estranhos, realmente
strange days indeed.
most peculiar, Mama.
Bem peculiares, Mama.
Três dias on the road com Evandro, Billy, Cláudinha Niemeyer e Nando Monteiro. Entre atrapalhos no trabalho e shows lotados de garotas de todos os tipos, foi bom. E todo mundo voltou cansado, quase feliz.
Juiz de Fora, Conselheiro Lafaiete nas fotos.
Aqui é a terra de Santos Dumont, disse o motorista bem na hora que apareceu o 14 bis na estrada.
Comentário do Billy (seguido da risada característica): tem certeza que não é a do Flávio Venturini?
Hello amigos da casa. Pra começar, puxo minha orelha e a do Jean em público: mesmo sendo pessoas ocupadas nessa época do ano, não justifica que não tenhamos pendurado aqui um post sobre nosso querido brother e guitarrista ímpar dos Los Pirata, João Erbeta, el Paco!
Mandou um email super gentil pra gente assuntar o lançamento do projeto Guitar Bizarre Vol 1, dele.Assuntei meishmo, vi que é coisa MUITO boa mas não pendurei nada aqui. E olha que eu tenho um CD demo antes da bolachinha sair! Eu volto ao assunto depois.
Eu queria avisar todo mundo que nossos camaradas não param.No próximo domingo, Los Pirata abrem o Festival Filadélfia, criado para ajudar a Casa Filadélfia que cuida de crianças com AIDS.
No Festival, outras bandas bacanudérrimas como a Gram (falei dela na comunidade Top 5 outro dia), Ludov, Abimonistas, Numismata, PB e Dolores.
Tem discotecagem Lucio Ribeiro, Zé Flávio Jr., Paulão, Alexandre Matias, Bruno Saito, entre outros camaradas do vinil.
Atenção pq o show começa cedo (16hs)!
Domingo, 05 de Dezembro de 2004 no Avenida Club (Av. Pedroso de Morais, 1.036 - Pinheiros, tel: (11) 3814-7383)
R$20,00 entrada ou R$10,00 + 1Kg de alimento não perecível (exceto sal e açucar).
Grande Paco, grande Los Pirata, grande e humana idéia.
Tamos aê.