
Marianne Faithfull detonando tudo nos anos 60
Se existe alguma primeira dama do Rock, sem sombra de dúvida é ela. Moça de fino trato nascida em 29/12/46, ela se sentiu atraida pela rebeldia revolucionária dos Stones e se tornou a primeira namorada oficial do Mick Jagger. Fadada a abafar seu próprio talento e ficar em segundo plano ao lado do astro rei, foi nessa época que ela começou a usar e abusar das drogas pesadas e quase empacotou.
Mas sobreviveu a tudo e a todos, encontrando pelo meio do caminho sua própria voz dark, rouca e sensual. Lançou obras primas como Broken English que ao longo dos anos têm conferido à ela uma aura sofisticada e cult sem par no mundo do Rock.
E viva Marianne nesta data querida!
Blogado por Ritchie @ dezembro 29, 2003 10:42 AM | TrackBackboa, padim !
Comentado por RR @ dezembro 29, 2003 12:07 PMSalve, blog'n'rollers. Espero que vocês tenham tido um bom jingobéu e lhes desejo uma excelente translação.
Por coincidência, Godfather, acabei de comprar o CD da Marianne Faithfull interpretando "Os Sete Pecados Capitais", de Bertolt Brecht e Kurt Weill, acompanhada pela Orquestra da Rádio de Viena. A gravação, muito chique, é de 1998. Marianne, rouca como está, tem hoje uma voz perfeita para esse tipo de repertório (aliás, lembra bastante a Lotte Lenya, mulher do Weill). Mas acho que ela já teria lugar garantido no panteão das musas do roquenrol só com "Sister Morphine". Abraços gerais.
Comentado por Ruy @ dezembro 29, 2003 01:07 PMMarianne Faithfull cantando Os 7 Pecados Capitais ... até parece que a obra foi feita para ela!
Comentado por Ritchie @ dezembro 29, 2003 02:33 PMA Equipe do Vodu Virtual¬© ( http://www.voduvirtual.com.br ) visitou este Blog e esta em nosso website ( 29/Dezembro/2003 ) como Blog em que nos foi indicado, ou se quiser indicar a nós algum outro Blog, é só nos acessar e informar o Blog a ser visitado.
Comentado por Vodu Virtual©. @ dezembro 29, 2003 02:40 PMFalou tudo, Ruy.
Comentado por Nelson da Praia @ dezembro 29, 2003 04:06 PMAntonio Bivar me disse uma vez que a mistura de todas as coisas mágicas, boas e ruins dos sessenta passavam pela voz de Marianne, filtradas pela rouquidão do cigarro. Bivar assistiu o show dela em Sampa há não muito tempo.
Eu não assisti. Mas assisti um especial com essa mulher danada de bacana e, a cada risada cheia de malícia e de rouquidão, me lembrava também de Bivar, que entende aquela ilha tão bem.
Belo post mesmo, Ritchie guy.
Comentado por Enio @ dezembro 29, 2003 07:20 PM